Por fim, acabou desdenhando seu “mundinho” no Rio, percebendo que o “mundo lá fora” era muito maior, muito mais interessante... Ficou tão fascinado que, três anos depois, aos 22, vendeu seu carro (o Fuscredo ) e partiu sozinho para a Europa, de mochila nas costas e muita coragem, na maior aventura de sua vida: dormiu numa praça em Londres, conseguiu burlar a segurança e falou com o Papa, voou de paragliding no sul da França, trabalhou como DJ em Mikonos, na Grécia e escalou os fiordes na Noruega, para chegar ao “topo do mundo” (foto da capa do livro).
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